{"id":146,"date":"2024-11-13T22:22:36","date_gmt":"2024-11-13T22:22:36","guid":{"rendered":"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?p=146"},"modified":"2024-11-15T23:54:35","modified_gmt":"2024-11-15T23:54:35","slug":"death-slam-patrimonio-grind-de-brasilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?p=146","title":{"rendered":"Death Slam patrimonio Grind de Bras\u00edlia"},"content":{"rendered":"\n<p><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">&#8220;A DEATH SLAM segue sendo uma banda que coloca o cora\u00e7\u00e3o no que faz.&#8221;<\/mark><\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"464\" data-attachment-id=\"188\" data-permalink=\"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?attachment_id=188\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?fit=1599%2C1031&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"1599,1031\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Death Slam\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?fit=720%2C464&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?resize=720%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-188\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?resize=1024%2C660&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?resize=768%2C495&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?resize=1536%2C990&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?resize=140%2C90&amp;ssl=1 140w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?w=1599&amp;ssl=1 1599w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/death-slam.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Entrevista banda DEATH SLAM:<\/p>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow\"><summary><\/summary>\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Death Slam \u00e9 uma banda de Bras\u00edlia que dispensa apresenta\u00e7\u00f5es, que esta na cena desde 1990 e tem a frente a mente doentia de Felipe CDC que \u00e9 com quem fizemos essa entrevista.<\/em><\/p>\n<\/details>\n\n\n\n<p><strong>O Death Slam est\u00e1 se aproximando dos 35 anos de exist\u00eancia. Olhando para tr\u00e1s, como voc\u00ea avalia a trajet\u00f3ria da banda desde os primeiros acordes at\u00e9 hoje?<\/strong><br>Primeiramente, obrigado pelo espa\u00e7o cedido. Muito bom poder &#8216;falar&#8217; com a imprensa independente e aguerrida. Pergunta dif\u00edcil. Nunca parei para pensar sobre isso, at\u00e9 porqu\u00ea, aos trancos e barrancos, a DEATH SLAM segue firme e combatente. Agora que perguntou &#8211; e pensando sobre isso &#8211; acredito que a DEATH SLAM tenha sim plantado alguma semente e tenha alguma relev\u00e2ncia dentro da nossa cena underground. A DEATH SLAM segue sendo uma banda que coloca o cora\u00e7\u00e3o no que faz. Resist\u00eancia aqui \u00e9 mato!<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<p><strong>A discografia do Death Slam \u00e9 conhecida por estar presente mais em compila\u00e7\u00f5es do que em \u00e1lbuns completos. H\u00e1 algum material in\u00e9dito ou planos para lan\u00e7ar algo especial em comemora\u00e7\u00e3o aos 35 anos?<\/strong><br>Pois \u00e9. O pior \u00e9 que temos um monte de m\u00fasicas in\u00e9ditas j\u00e1 gravadas e nunca lan\u00e7adas oficialmente &#8211; ainda com o nosso amigo &#8211; e eterno DEATH SLAM &#8211; Juliano Lopes na bateria. Era para ser o cd &#8220;Mundo de horrores&#8221; (tem at\u00e9 capa pronta! O Danihell Moreira detonou de novo!). Talvez ainda seja, quem sabe. Fato \u00e9 que, frente \u00e0 comodidade das m\u00fasicas on line, pairou a d\u00favida e o medo de lan\u00e7ar esse trabalho e ver todo esse material f\u00edsico encalhado. E, fora esses sons in\u00e9ditos que est\u00e3o gravados e n\u00e3o lan\u00e7ados, a DEATH SLAM est\u00e1 com mais um monte de outros sons novos, feitos ap\u00f3s o retorno do nosso antigo batera Ademir Santana. Inclusive tem umas composi\u00e7\u00f5es dessas dispon\u00edveis no canal do Est\u00fadio Mercearia. Existe sim a pretens\u00e3o de gravar essas e outras can\u00e7\u00f5es n\u00e3o son\u00edferas e lan\u00e7\u00e1-las de alguma forma. Alguns dos sons com o Juliano est\u00e3o sendo disponibilizados em algumas outras colet\u00e2neas cooperativadas em CD. Repetindo: sim, a inten\u00e7\u00e3o de lan\u00e7ar outro cd solo e tamb\u00e9m um compacto em 2025.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nos primeiros anos, o Death Slam tinha a proposta de unir os movimentos Banger, Hardcore e Punk, que eram muito fragmentados. Voc\u00ea acha que essa uni\u00e3o se consolidou ao longo do tempo? Como a banda contribuiu para isso?<\/strong><br>A DEATH SLAM n\u00e3o s\u00f3 tinha como permanece com a proposta de uni\u00e3o entre headbangers, hardcores e punks, afinal, apesar de virmos e pertencermos \u00e0 corrente do heavy-metal, amamos a m\u00fasica hardcore punk! Particularmente, compactuo, apoio, incentivo e acho primordial a ideologia punk, ainda mais nos dias atuais, em um mundo sendo devorado por ideias fascistas, nazistas, racistas e retr\u00f3gadas. A DEATH SLAM \u00e9 a nossa forma de luta, \u00e9 a nossa maneira de gritar contra as injusti\u00e7as sociais que criam abismos colossais entre seres humanos. A nossa cena underground est\u00e1 menos dividida hoje do que nos primeiros meses de vida da DEATH SLAM, l\u00e1 em um long\u00ednquo 1990, e eu quero acreditar que a nossa banda ajudou a quebrar um pouco dessa barreira.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considerando a forma\u00e7\u00e3o da banda com membros de diferentes vertentes musicais, como foi a experi\u00eancia de combinar essas influ\u00eancias? Isso ajudou a definir o estilo e a identidade do Death Slam?<\/strong><br>No come\u00e7o foi assim: eu havia passado por uma banda de deathcore (CURSED) e depois uma de hardcore (HCS); o batera Wilson Gordinho estava com a punk DESTRO\u00c7OS; o Oswaldo era o headbanger true e o guitarrista Milton era um ex punk que estava tocando bateria na thrash PITLESS. E como eu estava notando um clima hostil entre o povo do metal e os punks, propus fazermos uma banda que juntasse influ\u00eancias desses dois universos musicais e que tivessem letras de protesto e de conscientiza\u00e7\u00e3o. A inten\u00e7\u00e3o: unir essa gente toda! Passadas muitas e muitas forma\u00e7\u00f5es essas caracter\u00edsticas iniciais persistem at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><strong>Como voc\u00ea enxerga a atual cena underground de Bras\u00edlia, em termos de bandas, est\u00fadios de grava\u00e7\u00e3o e locais para shows? Que desafios e oportunidades voc\u00ea v\u00ea para a cena musical independente?<\/strong><br>Enxergo com bons olhos e com o cora\u00e7\u00e3o cheio de esperan\u00e7a. O nosso cen\u00e1rio underground est\u00e1 se renovando e se oxigenando. Muitas e excelentes bandas novas aparecendo e a molecada botando para moer. Essa nova gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 sintonizada com o lema &#8220;fa\u00e7a voc\u00ea mesmo&#8221; (muito claro pelo fato das coisas n\u00e3o serem mais t\u00e3o dif\u00edceis e custosas como antigamente) e est\u00e1 produzindo shows, fazendo e at\u00e9 gravando as pr\u00f3prias m\u00fasicas. Povo novo t\u00e1 muito nerd!!! Al\u00e9m de muitos est\u00fadios de ensaios, tem um leque muito maior de op\u00e7\u00f5es na hora de gravar tamb\u00e9m. Essas circunst\u00e2ncias tornam a vida das bandas menos complicada e s\u00e3o elementos facilitadores. Hoje tamb\u00e9m temos mais e mais entrosamento entre os movimentos metal, punk e hardcore. Tudo isso \u00e9 muito ben\u00e9fico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nos anos 90, a banda tinha como lema &#8220;gritos de revolta em forma de m\u00fasica bruta&#8221;. Como voc\u00ea sente que essa mensagem evoluiu ao longo do tempo, especialmente em um contexto pol\u00edtico e social t\u00e3o diferente hoje?<\/strong><br>No atual contexto pol\u00edtico precisamos gritar ainda mais! Temos mais combust\u00edvel para alimentar nossa revolta contra o status quo que est\u00e1 cada vez mais mis\u00f3gino, racista e hip\u00f3crita. E que muitos outros gritos se juntem aos nossos e tornem esses sons t\u00e3o potentes ao ponto de derrubarem os muros desse falso moralismo religioso e pol\u00edtico que volta a se reerguer em todo mundo!<br>Voc\u00ea est\u00e1 envolvido em outras bandas e produ\u00e7\u00f5es no meio underground.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como voc\u00ea divide seu tempo entre essas diferentes atividades? Poderia listar as bandas e zines em que est\u00e1 envolvido atualmente?<\/strong><br>O tempo \u00e9 corrido, ainda bem que a minha esposa e companheira de mais de 3 d\u00e9cadas \u00e9 muito compreensiva e a minha filha j\u00e1 \u00e9 uma adulta! Fora a DEATH SLAM, estrago tamb\u00e9m as bandas TERROR REVOLUCION\u00c1RIO (25 anos na ativa) e CALIGO (desde 2012). Tamb\u00e9m apresento o programa ZINE-SE ao lado do meu amigo F\u00e1bio Frajola; produzo os festivais anuais VOMITANDO A CEIA (junto com o M\u00e1rcio, vocalista da OS MALTRAPILHOS) e HEADBANGERS ATTACK; produzo junto com os outros integrantes os shows comemorativos da DEATH SLAM (Slam Fest) e da TERROR REVOLUCION\u00c1RIO (Terror Fest) e sou do grupo de apoio do FERROCK, o festival de rock mais antigo do Brasil. E ainda tenho muita vontade de voltar a editar os meus fanzines impressos. Essa vontade nunca me abandona. Uma vez zineiro sempre zineiro! oh, praga dos infernos (risos)! O coitado do meu selo INDEPEND\u00caNCIA RECORDS nasceu quebrado e morreu falido, mas eu ainda preciso lan\u00e7ar o segundo volume do livro &#8220;86 hist\u00f3rias sobre discos brasileiros&#8221; (eu ainda tenho c\u00f3pias do primeiro! Aproveitando para fazer um pequeno jab\u00e1).<\/p>\n\n\n\n<p><strong><br>A forma\u00e7\u00e3o da banda mudou muitas vezes ao longo dos anos. Na sua opini\u00e3o, o que isso trouxe de positivo e de desafios para a continuidade do Death Slam?<\/strong><br>A amizade deve ser a base de uma banda, ainda mais quando se trata de uma banda ultra underground que n\u00e3o ganha um centavo com a m\u00fasica que produz. Muito pelo contr\u00e1rio, gasta para produzir o pr\u00f3prio barulho. A banda cria um v\u00ednculo quase familiar e toda a vez que algu\u00e9m precisa quebrar esse elo \u00e9 um choque! Passado o baque inicial \u00e9 hora de convidar outro ente querido para dar continuidade \u00e0 fam\u00edlia, passar sons, conversar e deixar que o novo membro traga as suas influ\u00eancias, desde que elas n\u00e3o impliquem nas mudan\u00e7as sonoras e ideol\u00f3gicas propostas pela DEATH SLAM l\u00e1 em outubro de 1990 e reconhecidas pela conven\u00e7\u00e3o internacional de grind metal. Todas as mudan\u00e7as &#8211; e foram muitas! &#8211; agregaram com uma outra caracter\u00edstica positiva. Felizmente a atual forma\u00e7\u00e3o (Ad\u00e9lcio, Ademir, CDC e Itazil) j\u00e1 est\u00e1 junta h\u00e1 muitos anos e o nosso entrosamento est\u00e1 muito bom. Acima de tudo, s\u00e3o 4 amigos unidos com o prop\u00f3sito de fazer barulho, protestar e, claro, se divertir! DEATH SLAM \u00e9 o nosso hobby s\u00e9rio, a nossa v\u00e1lvula de escape contra o estresse da vida adulta!<\/p>\n\n\n\n<p>Conhe\u00e7a a discografia do Death Slam<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/deathslambr.bandcamp.com\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Death Slam - Great Deception\/Tired and Suffered\/Escravas do Medo (Gravado ao vivo) - Live Session\" width=\"720\" height=\"405\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/90lFX8xk5hw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A DEATH SLAM segue sendo uma banda que coloca o cora\u00e7\u00e3o no que faz.&#8221; Entrevista banda DEATH SLAM: O Death Slam est\u00e1 se aproximando dos 35 anos de exist\u00eancia. 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