{"id":422,"date":"2024-12-06T00:58:27","date_gmt":"2024-12-06T00:58:27","guid":{"rendered":"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?p=422"},"modified":"2024-12-06T15:02:58","modified_gmt":"2024-12-06T15:02:58","slug":"entrevista-mais-que-palavras-o-hardcore-punk-do-df-em-sua-essencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?p=422","title":{"rendered":"Entrevista: Mais Que Palavras: O Hardcore Punk do DF em Sua Ess\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"480\" data-attachment-id=\"427\" data-permalink=\"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?attachment_id=427\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?fit=2048%2C1365&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"2048,1365\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"_MG_5296\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Mais que Palavras em a\u00e7\u00e3o&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?fit=720%2C480&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?resize=720%2C480&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-427\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?resize=135%2C90&amp;ssl=1 135w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?w=2048&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/MG_5296.jpeg?w=1440&amp;ssl=1 1440w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Temos o prazer de conversar com Madhu (Maneko) a mente e a voz por tr\u00e1s da banda <strong>Mais Que Palavras<\/strong>, um dos nomes mais representativos do hardcore punk do DF. Completam a forma\u00e7\u00e3o:<br>Guga &#8211; Baixo, Leandrao &#8211; Guita, Fill &#8211; Guita e Jarderson&nbsp;&#8211;&nbsp;batera, membros que compartilham a paix\u00e3o por m\u00fasica e ideais, a banda carrega consigo uma mensagem de uni\u00e3o, resist\u00eancia e positividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o lan\u00e7amento da sua primeira demo em 2011 at\u00e9 o split CD <em>Mais Que Livres<\/em>, o grupo tem se destacado por misturar influ\u00eancias de \u00edcones do hardcore dos anos 80, como <strong>Bad Brains e Suicidal Tendencies<\/strong>, com a energia de bandas contempor\u00e2neas, como <strong>Comeback Kid e Champion.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesta entrevista, vamos explorar a trajet\u00f3ria da banda, suas inspira\u00e7\u00f5es, desafios e contribui\u00e7\u00f5es para a cena underground de Bras\u00edlia. Prepare-se para descobrir o que torna o <strong>Mais Que Palavras<\/strong> &#8220;mais que uma banda&#8221; \u2013 uma verdadeira representa\u00e7\u00e3o de atitude e resist\u00eancia na m\u00fasica!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ENTREVISTA \u201cMAIS QUE PALAVRAS\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00eas poderiam relatar como foi o in\u00edcio da banda? Quais foram as principais dificuldades encontradas e como voc\u00eas as superaram para consolidar o Mais Que Palavras na cena?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Decidimos montar a banda em 2010. Foi uma parada bem despretensiosa, um grupo de amigos que queriam se expressar atrav\u00e9s do hardcore punk. A gente sempre se empenhou e encarou isso como uma retribui\u00e7\u00e3o a tudo que recebemos do hardcore punk na quest\u00e3o de dar sentido as nossas vidas, sempre no \u201cfa\u00e7a voc\u00ea mesmo\u201d, errando e acertando nas coisas que acreditamos e rejeitando o que lutamos contra. As dificuldades acho que s\u00e3o as mesmas de sempre n\u00e9, tem q se doar muito pra conseguir tirar uma ideia insustent\u00e1vel materialmente do papel. O importante \u00e9 fazer.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A mensagem positiva \u00e9 um aspecto marcante do hardcore punk, especialmente nas influ\u00eancias que voc\u00eas citam, como Bad Brains e H2O. Como voc\u00eas traduzem essa positividade nas letras e na energia da banda?<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>Essa positividade \u00e9 muito importante pra gente, apesar da dualidade que ela carrega n\u00e9. Por um lado queremos nos apegar as poucas coisas boas que temos pra manter nossa sanidade nessa selva de \u201csalve se quem puder\u201d neoliberal, e seguir na luta di\u00e1ria\u2026 mas isso nunca significou fingir que o mundo \u00e9 cor de rosa ou negar sentir raiva ou tristeza. \u00c9 mais uma f\u00f3rmula que aprendemos na nossa comunidade pra nos manter de p\u00e9 e encontrar maneiras de subverter a vida que planejaram pra n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>O nome \u201cMais Que Palavras\u201d \u00e9 bastante emblem\u00e1tico. Qual \u00e9 a mensagem principal que voc\u00eas querem passar com esse nome, e como ele reflete os valores do straight edge e do hardcorepunk?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse nome \u00e9 o trecho de uma m\u00fasica do Bane, que na verdade \u00e9 uma pergunta : <em>\u201cIsso era mais que palavras e ainda se aplica? Voc\u00ea ainda acredita? Eu acredito\u201d<\/em> Ent\u00e3o essa afirma\u00e7\u00e3o que deixa possibilidades em aberto \u00e9 exatamente como nos sentimos em rela\u00e7\u00e3o a banda. Por que o que sentimos nem sempre pode ser expressado por palavras mas tem dias que temos que nos perguntar sobre as coisas que dissemos e fazemos. Acho que isso reflete bem a ideia do hardcore punk de n\u00e3o ser uma coisa engessada n\u00e9, particularmente vejo uma rela\u00e7\u00e3o com o sxe tamb\u00e9m, mas como sou o \u00fanico sxe da banda acho q n\u00e3o cabe comentar em nome de todos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00eas t\u00eam uma conex\u00e3o forte com Bras\u00edlia, uma cidade que j\u00e1 foi ber\u00e7o de movimentos musicais importantes no Brasil. Como voc\u00eas veem o papel de Bras\u00edlia na cena underground atual, especialmente no hardcore punk? O que esta faltando?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A gente tende a pensar mais nessa conex\u00e3o com o DF e o entorno. Sempre enfatizamos isso quando vamos pra fora. Nos definimos como uma banda do DF, j\u00e1 que nem todos n\u00f3s moram no avi\u00e3ozinho. Sinceramente n\u00e3o acho que falte nada. O DF eh foda, tem mta banda boa, investimento p\u00fablico, v\u00e1rios picos legais, festivais, muita gente de atitude organizando eventos e metendo as caras, coisa que nos outros lugares n\u00e3o tem nem metade. A gente precisa ver e valorizar isso. O fato de n\u00e3o fazermos parte do eixo sudestino termina baixando nossa auto estima e valorizando mais o que vem de l\u00e1 e o que acontece l\u00e1 do que o vem daqui e acontece aqui. E essa mentalidade \u00e9 um tiro no p\u00e9. O DF e o entorno s\u00e3o foda, representa muito e sempre foi fundamental na constru\u00e7\u00e3o do hc punk sul-americano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A primeira demo de voc\u00eas, lan\u00e7ada em 2010, mistura influ\u00eancias de bandas dos anos 80 e grupos mais recentes. Como foi o processo de criar um som que unisse essas duas gera\u00e7\u00f5es do hardcore?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Foi um processo natural e muito org\u00e2nico, por que eh isso que somos, filhos dos anos 80 que n\u00e3o ficaram parados no tempo. Se o hardcore pretende de alguma forma mudar algo no mundo ele tem q levar em considera\u00e7\u00e3o que o mundo n\u00e3o \u00e9 mais o mesmo de quando black flag escreveu aquelas m\u00fasicas. Alguns problemas podem at\u00e9 ser parecidos mas muitos deles mudaram, o mundo e as pessoas mudam, e isso n\u00e3o pode ser ignorado ideologicamente nem musicalmente. Se manter a ess\u00eancia d\u00e1 pra conversar com v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es e no fim \u00e9 isso que importa, essa comunica\u00e7\u00e3o pra n\u00e3o terminarmos ilhados e cair num ostracismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00eas poderiam comentar a discografia da banda? Como os lan\u00e7amentos at\u00e9 agora representam a evolu\u00e7\u00e3o musical e as mensagens que voc\u00eas querem transmitir?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A gente tem uma demo e um Split incialmente que sa\u00edram como um full depois<strong> (para ver come\u00e7ar basta come\u00e7ar)<\/strong>, um LP <strong>(est\u00e1 em n\u00f3s somos n\u00f3s)<\/strong>, mais um split com os amigos do Bayside Kings<strong> (YIN YANG)<\/strong>, um 7\u201d (aqui e agora) e agora nosso segundo LP (Dual).Tem muitas coisa diferente do come\u00e7o at\u00e9 agora, desde alguns ajustes no som por causa da mudan\u00e7a de forma\u00e7\u00e3o e um refinamento nas letras, o que acho natural depois de vivermos mais 14 anos de vida. As mensagens seguem as mesmas, auto cr\u00edtica, auto observa\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7as pessoais e postura pol\u00edtica radical, esse \u00e9 o prop\u00f3sito da exist\u00eancia do MQP, compartilhar isso com pessoas que assim como n\u00f3s pensam assim e se sintam acolhidas de alguma forma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: Mais Que Palavras\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/artist\/1Gg6eskiQ4WJg8AyufBbTg?si=65VkwhlRQnOz8kWUnURaPw&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Como voc\u00eas veem a diferen\u00e7a na sonoridade e na mensagem entre os trabalhos da banda lan\u00e7ados at\u00e9 hoje? Como \u00e9 feito a concep\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica de cada \u00e1lbum?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O pessoal sempre me deixa muito a vontade (Madhu aqui) pra escrever as letras e procuro fazer valer essa responsa. Costumo tentar fazer os registros sempre seguindo uma m\u00e9trica de ideias e que as letras sejam complementares de forma que funcionem em conjunto ou separadamente. Muitas vezes essas ideias sa\u00edram de livros, na verdade ouso dizer todas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O hardcore punk \u00e9 conhecido por ser um movimento que transcende a m\u00fasica, promovendo valores como uni\u00e3o, igualdade e resist\u00eancia. Como voc\u00eas traduzem esses valores no dia a dia, tanto como banda quanto individualmente?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como coletivo fazemos essa constru\u00e7\u00e3o na banda como uma plataforma de ideias e sentimentos a serem espalhados e compartilhados, nas grava\u00e7\u00f5es mas principalmente nos show, encaramos os shows como verdadeiros manifestos e achamos essa intera\u00e7\u00e3o imprescind\u00edvel. Individualmente cada um se organiza da forma que acredita ser a melhor possibilidade, seja em sindicatos, movimentos populares, a\u00e7\u00f5es individuais, etc. Sempre tendo como base a revolu\u00e7\u00e3o individual e coletiva, j\u00e1 que na nossa perspectiva essa divis\u00e3o eh uma imposi\u00e7\u00e3o da ideologia neoliberal e n\u00e3o se encaixa na nossa vis\u00e3o de mundo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00eas mencionam que no hardcore n\u00e3o existem pessoas melhores nem piores, e que barreiras n\u00e3o deveriam existir. Como voc\u00eas lidam com temas sens\u00edveis, como preconceito e exclus\u00e3o, dentro e fora da cena?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na verdade n\u00e3o acho q pessoas melhores existam em lugar algum. Muito menos no hardcore punk que \u00e9 o lugar de gente fudida como n\u00f3s, que n\u00e3o se encaixam na sociedade e vai l\u00e1 procurar sanar de alguma forma suas d\u00favidas e feridas da vida. A gente trata desse temas ao mesmo tempo com a firmeza que os temas exigem mas tb de uma perspectiva anti punitivista, temos que nos manter vigilantes pra n\u00e3o reproduzir ide\u00e1rios fascistoides e ao mesmo tempo ter pulso firme e se posicionar e agir com a dureza que cada situa\u00e7\u00e3o em particular exige. Lugar de gente que finge perfei\u00e7\u00e3o \u00e9 domingo na igreja ou numa palestra de coach pilantra, aqui t\u00e1 todo mundo aprendendo e tem q haver a possibilidade de lhe dar com o erro e aprender a n\u00e3o repeti lo. \u00c9 o cl\u00e1ssico de endurecer sem perder a ternura, acreditando sempre na possibilidade de mudan\u00e7a sen\u00e3o n\u00e3o existe prop\u00f3sito n\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Com mais de uma d\u00e9cada na estrada, quais s\u00e3o os pr\u00f3ximos passos para o Mais Que Palavras? Podemos esperar novos lan\u00e7amentos ou projetos especiais que aprofundem ainda mais a conex\u00e3o com os f\u00e3s e a cena?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estamos dedicados em um novo material, dessa vez focado na radicalidade politica que a atual conjuntura exige de n\u00f3s. Esse mesmo vamos o \u00faltimo clipe do LP Dual. Ainda esse ano sai um novo single e outro no come\u00e7o do ano.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"PORMENORES - Mais Que Palavras\" width=\"720\" height=\"405\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NNvmrQa0CoA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Atual Forma\u00e7\u00e3o \u00e9 <\/p>\n\n\n\n<p>Madhu &#8211; vocal<br>Guga &#8211; Baixo<br>Leandrao &#8211; Guita<br>Fill &#8211; Guita<br>Jarderson&nbsp;&#8211;&nbsp;batera<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/maisquepalavrashc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">https:\/\/www.instagram.com\/maisquepalavrashc<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Temos o prazer de conversar com Madhu (Maneko) a mente e a voz por tr\u00e1s da banda Mais Que Palavras, um dos nomes mais representativos do hardcore punk do DF. 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