{"id":914,"date":"2025-06-23T19:02:38","date_gmt":"2025-06-23T19:02:38","guid":{"rendered":"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?p=914"},"modified":"2025-06-24T01:23:54","modified_gmt":"2025-06-24T01:23:54","slug":"entrevista-signo-13","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?p=914","title":{"rendered":"Entrevista: Signo 13"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"644\" data-attachment-id=\"915\" data-permalink=\"https:\/\/osubversivozine.com.br\/?attachment_id=915\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?fit=2237%2C2000&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"2237,2000\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;13&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;BLAS EDUARDO&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 80D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1694367415&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;ALL PHOTOS BY BLAS&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;18&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;250&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.04&quot;,&quot;title&quot;:&quot;LojinhaduBlas&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"LojinhaduBlas\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?fit=720%2C644&amp;ssl=1\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?resize=720%2C644&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-915\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?resize=1024%2C916&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?resize=300%2C268&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?resize=768%2C687&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?resize=1536%2C1373&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?resize=2048%2C1831&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?resize=101%2C90&amp;ssl=1 101w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w, https:\/\/i0.wp.com\/osubversivozine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Felipe-Rodrigues-Guitarra-e-Voz-Foto-Blas-Roig.jpg?w=2160&amp;ssl=1 2160w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Signo\u202f13 \u00e9 uma banda p\u00f3s\u2011punk\/gothic rock de Bras\u00edlia (DF), em atividade desde 2012. Liderada por Felipe\u202fRodrigues (voz e guitarra), o grupo mistura influ\u00eancias dos anos 80, surf\u2011punk, dub e elementos g\u00f3ticos, com composi\u00e7\u00f5es que transitam entre o intimista, visual e cinematogr\u00e1fico .<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O conceito do \u00e1lbum Serpent\u00e1rio dialoga com a simbologia da constela\u00e7\u00e3o Ofi\u00faco e quest\u00f5es existenciais. Como esse conceito foi constru\u00eddo e de que forma ele se conecta com a identidade da banda?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Salve zine O Subversivo, obrigado pelo espa\u00e7o, acompanho a muitos anos e \u00e9 um prazer estar aqui. \u201cOfi\u00faco\u201d \u00e9 a constela\u00e7\u00e3o mais antiga do universo, apesar da banda n\u00e3o ter essa inten\u00e7\u00e3o de se relacionar com a astrologia e essa coisa do zod\u00edaco, foi inevit\u00e1vel a banda explorar esse link com o \u201cSerpent\u00e1rio\u201d, que \u00e9 o d\u00e9cimo terceiro signo. O nome da banda \u00e9 uma provoca\u00e7\u00e3o com esse lado exageradamente supersticioso do brasileiro, o \u201c13\u201d, essa coisa do azar ou sorte.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><\/ol>\n\n\n\n<p>Esse foi o primeiro \u00e1lbum cheio da banda, e foi um mote perfeito para concatenar todas aquelas composi\u00e7\u00f5es que vinham sendo compostas a quase uma d\u00e9cada, o lance da serpente pode ser interpretado tamb\u00e9m como uma refer\u00eancia b\u00edblica a Ad\u00e3o e Eva e esse ser que desencadeou essa no\u00e7\u00e3o de culpa, pervers\u00e3o, subvers\u00e3o, liberdade\u2026 claro, de uma maneira metaf\u00f3rica, simboliza o in\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso segundo disco que est\u00e1 em processo de lan\u00e7amento nesse momento, tem como fio condutor os p\u00e1ssaros, mas, mais pra frente aqui na entrevista disserto melhor sobre esse conceito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O som da Signo 13 transita entre o p\u00f3s-punk, gothic rock, synthwave, dub e at\u00e9 surf music. Como voc\u00eas equilibram essas influ\u00eancias t\u00e3o diversas no processo criativo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse processo de equilibrar essas influ\u00eancias acontece de um jeito muito natural, como dominar um idioma, uma linguagem. O Dub era muito comum nos discos lan\u00e7ados na d\u00e9cada de 80 como Bauhaus, P.I.L, The Clash, e eu pirava nessas tracks cheia de reverbs e delays, e isso acabou refletindo no som. O Delay na voz e guitarras, virou uma forte caracter\u00edstica na obra da Signo 13, a Surf Music sempre permeou meu subconsciente, adoro bandas brasileiras como The Jet blacks, The Jordans, The Pops em todos os lan\u00e7amentos de nossa discografia tem alguma faixa Surf Music e \u00e9 uma caracter\u00edstica forte do meu trabalho como guitarrista e compositor, bandas como 45 Grave e o disco solo do Rikk Agnew, foram grandes influenciadoras para fazer esse mix Post Punk \/ Surf Music. A Synthwave passou a ser mais presente a partir da pandemia e o trabalho em home est\u00fadio que foi onde passei a usar mais sintetizadores, teclados e bateria eletr\u00f4nica. Sempre em um processo intuitivo e org\u00e2nico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O novo \u00e1lbum Aug\u00farios j\u00e1 esta disponiv\u00e9l. O que podemos esperar desse trabalho em termos de sonoridade e tem\u00e1tica? Ele representa uma ruptura ou uma evolu\u00e7\u00e3o natural do que voc\u00eas fizeram em Serpent\u00e1rio?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\"><\/ol>\n\n\n\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 de lan\u00e7ar esse material completo at\u00e9 o final de 2025, j\u00e1 tem 5 singles dispon\u00edveis a\u00ed nos streamings e agora em julho sai o sexto, que \u00e9 a faixa \u201cAt\u00e9 que a Cruz em Minhas Costas se Transforme em Duas Asas\u201d. Aug\u00farios \u00e9 uma forma de se fazer previs\u00f5es baseada na frequ\u00eancia dos p\u00e1ssaros, o \u00e1lbum \u00e9 mais conceitual e representa a evolu\u00e7\u00e3o da obra, \u00e9 a continuidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Signo 13 \u00e9 um organismo vivo e essa metamorfose reflete na arte que produzo, ent\u00e3o sempre \u00e9 uma surpresa o pr\u00f3ximo lan\u00e7amento, estou sempre inserindo novos elementos, novas influ\u00eancias no som e no texto, e \u00e9 um processo que precisa continuar instigante e estimulante para eu querer continuar indo pra est\u00fadio ensaiar e lan\u00e7ar novas m\u00fasicas, fazer discos. De jeito nenhum quero ficar engessado a um g\u00eanero ou algo parecido, por exemplo quero continuar colocando influ\u00eancias de jovem guarda, garage rock, dance music, como sempre fiz, de um jeito livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Adoro a previsibilidade da discografia de um Killing Joke, um Motorhead, mas quando se est\u00e1 dentro da situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais excitante lidar com um elemento sonoro inesperado, experimental, criativo, novo, assim como vemos em bandas como Interpol, QOTSA, Actors\u2026.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A banda come\u00e7ou como um projeto solo e depois virou duo, retornando ao formato de &#8220;one man band&#8221; em alguns momentos. Como essa din\u00e2mica influencia o processo criativo e as apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando lancei o primeiro EP \u201cEl Verdugo y la Vendetta\u201d em 2012, fiz a grava\u00e7\u00e3o no ME Est\u00fadio em Taguatinga e gravei como \u201cOne man band\u201d. O EP \u00e9 uma fotografia desse processo r\u00fastico, rudimentar, mas honesto, sincero, na base do \u201cDo it yourself\u201d. Depois desse per\u00edodo a banda foi duo, trio, quarteto hehe a\u00ed em 2023 eu reativei a Signo 13 nos palcos e comecei a me apresentar em um formato solo, onde eu tocava guitarra e fazia o vocal acompanhado de bateria eletr\u00f4nica e soltava faixas pr\u00e9 gravadas de baixo, fiz quase 40 shows nesse formato, inclusive em SP e GO. A\u00ed nesse ano de 2025, enchi um pouco o saco de tocar desse jeito e resolvi retomar a forma\u00e7\u00e3o em trio, iremos realizar alguns shows neste segundo semestre celebrando os 13 anos de carreira, quem vai me acompanhar \u00e9 o Alessandro Gomes na bateria e o Douglas Almeida no baixo. Inclusive a estreia dessa forma\u00e7\u00e3o acontece dia 19 de julho no Parano\u00e1 no evento \u201cRock no cora\u00e7\u00e3o brasiliense\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As letras da Signo 13 frequentemente abordam temas como aliena\u00e7\u00e3o urbana, controle social, pandemia, ansiedade e existencialismo. De que forma o contexto pol\u00edtico e social do Brasil impacta diretamente na composi\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sim, esses s\u00e3o temas recorrentes, a abordagem busca refletir a realidade que nos cerca e falar desses assuntos de uma perspectiva de quem tem uma vida comum no terceiro mundo,&nbsp; que trabalha e..emprego formal e prodiz arte, o texto \u00e9 atemporal e mais do que nunca \u00e9 necess\u00e1rio cutucar a ferida do neo-fascismo que vem a\u00ed nos assombrando h\u00e1 muitos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 em nossa obra uma abordagem muito introspectiva, que apesar de serem pontos de vista muito particulares, acabam dialogando com muitas pessoas, j\u00e1 fiquei emocionado algumas vezes lendo relatos de ouvintes que falam que nossa m\u00fasica em algum momento o ajudou a superar crises depressivas, auxiliou na luta contra v\u00edcios, deu um g\u00e1s para seguir adiante etc. Esse \u00e9 o melhor cach\u00ea, \u00e9 quando todo o esfor\u00e7o vale a pena.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A est\u00e9tica visual da banda sempre foi muito forte, com capas assinadas por artistas como Fernando Carpaneda, Lucas Mendes, Saulo Valle, entre outros. Como voc\u00eas pensam dessa rela\u00e7\u00e3o entre m\u00fasica e imagem?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Bacana voc\u00ea observar esse detalhe, pra mim \u00e9 um prazer e uma honra trabalhar com esses artistas, fot\u00f3grafos, grafiteiros, ilustradores, sempre busco artistas que tenham alguma liga\u00e7\u00e3o com o Distrito Federal e\/ou com a banda.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u201cSerpent\u00e1rio\u201d foi lan\u00e7ado ao longo de 13 meses, 13 singles, entre 2019 e 2021, cada lan\u00e7amento possui uma arte exclusiva dos artistas aqui citados. Sempre tive amigos envolvidos em outras formas de produ\u00e7\u00e3o de arte, e toda vez que posso tento envolv\u00ea-los em trabalhos com a Signo 13.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entre outros nomes que poderia destacar aqui e que desenvolveram algum trabalho visual conosco, tem o Zakuro Ayoama, Blas Roig, Ivaldo Cavalcante, DPS Arts, Armando Salmito, Violetarte, Eduardo Belga, Luciana Ribeiro, Stevz, Saulo Valle, entre outros\u2026<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00eas participaram de eventos internacionais online, como o Calaveras Fest (M\u00e9xico) e Under Latino Americano (Peru). Como tem sido a receptividade da Signo 13 fora do Brasil e o que isso representa para voc\u00eas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 maravilhoso esse feedback que vem de outros pa\u00edses, afinal nosso trabalho \u00e9 essencialmente em portugu\u00eas, e desde o come\u00e7o&nbsp; da banda sempre tivemos muito apoio do pessoal de fora. Esses eventos que voc\u00ea citou rolaram durante aquele per\u00edodo da pandemia, foi bacana conhecer novas bandas e fazer novas amizades, rolaram muitos novos admiradores por conta desses festivais. J\u00e1 tivemos convites para shows na Am\u00e9rica Latina e Europa, ainda n\u00e3o deu certo, mas, est\u00e1 caminhando para isso se concretizar em breve.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A faixa &#8220;I Don\u2019t Know How to Dance&#8221; trouxe uma proposta mais dan\u00e7ante e \u00e9 cantada em ingl\u00eas. Existe uma inten\u00e7\u00e3o de expandir a comunica\u00e7\u00e3o da banda para outros p\u00fablicos e mercados internacionais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa foi a primeira faixa em ingl\u00eas lan\u00e7ada pela banda, e \u00e9 bem nessa vibe The Rapture, Ratatat, P.I.L.&nbsp; Essa expans\u00e3o \u00e9 consequ\u00eancia, existe um contexto, \u00e9 fruto de um trabalho a longo prazo, no final das contas estamos apenas realizando esse exerc\u00edcio criativo da arte. Nesse novo \u00e1lbum h\u00e1 uma faixa nesse molde, electrorock sensual e dan\u00e7ante.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O cen\u00e1rio underground de Bras\u00edlia sempre foi potente, mas tamb\u00e9m muito desafiador. Quais s\u00e3o, na vis\u00e3o de voc\u00eas, os maiores desafios e pot\u00eancias de manter uma banda independente hoje no DF e no Brasil?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Bem, definitivamente Bras\u00edlia \u00e9 um solo f\u00e9rtil para boas bandas, temos alguns eventos, programas de r\u00e1dio e festivais que s\u00e3o boas plataformas para espalhar seu som e mensagem.&nbsp; Aparentemente parece que tem espa\u00e7o para todo mundo, mas, na realidade, n\u00e3o \u00e9 bem assim.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O underground resiste nas periferias e \u00e9 l\u00e1 que est\u00e1 o que h\u00e1 de mais relevante culturalmente falando, s\u00e3o pequenos nichos, tocando para guetos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre ter banda independente \u00e9 sempre algo complicado, complexo. Para manter as coisas rolando foi fundamental aprender a trabalhar com home studio, mixagem, produ\u00e7\u00e3o, edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo, registro das obras e fonogramas, inclusive vejo que muitos amigos tem dificuldade com essa quest\u00e3o de direito autoral. Hoje o artista precisa dominar diversas habilidades e \u00e9 dif\u00edcil equilibrar essa equa\u00e7\u00e3o a\u00ed que envolve tempo, dinheiro, estudo e a produ\u00e7\u00e3o de arte em si.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por fim, olhando para a trajet\u00f3ria da Signo 13, do primeiro EP at\u00e9 agora, qual legado voc\u00eas acreditam que est\u00e3o construindo para a cena alternativa e independente brasileira?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ter feito da Signo 13 uma esp\u00e9cie de laborat\u00f3rio de cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica que engloba m\u00fasica, artes pl\u00e1sticas, cinema, dan\u00e7a e audiovisual. Desde realizar um show com uma interven\u00e7\u00e3o da parceira de longa data Shabbanna, at\u00e9 realizar a trilha sonora para o filme do Peterson Paim sobre o Afonso Brazza, cada vez mais \u00e9 nesse lugar inesperado que pretendo estar. Creio que esse \u00e9 o legado que fica, essa plataforma onde artistas e amigos se encontram para criar algo novo e que reflita o esp\u00edrito do nosso tempo, sem nostalgia.<\/p>\n\n\n\n<p>No mais, queria te agradecer Amarildo pelo espa\u00e7o, adorei as perguntas. E convido todxs a dar uma conferida em nossos perfis que est\u00e3o espalhados a\u00ed pela rede, aproveito o espa\u00e7o para comunicar que estamos procurando selos parceiros para participar do lan\u00e7amento do nosso novo disco em formato f\u00edsico, para quem se interessar, s\u00f3 chamar l\u00e1 no inbox em nosso Instagram. Deixo um beijo e um abra\u00e7o a todos\u270c\ud83c\udffe\ud83d\udc4a\ud83c\udffe\ud83e\udd87<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: Serpent\u00e1rio\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/74GZgJAYhM8kckJPSzCtpd?si=ulNqNtsbRCarwI7kXQS_VA&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/linktr.ee\/signo13\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Signo\u202f13 \u00e9 uma banda p\u00f3s\u2011punk\/gothic rock de Bras\u00edlia (DF), em atividade desde 2012. 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